« Olha para mim / Bem vindo a tudo o que é meu / Que o melhor dos nossos mundos / É tão pouco afinal»

Quinta-feira, 02 de Junho de 2011

Gostos não se discutem. O ditado assim reza. E normalmente todos calam e consentem, resignados, à evidência que assim é.

 

Penso que no swing, o ditado ainda se aplica mais. Esse e o "O que dois não querem, um não faz".

 

Para seguir em frente com algum casal, o Rocha e eu temos o acordo que se um não gostar do respectivo não há nada para ninguém.

 

Obviamente, haverá outros casais a pensar assim. Também já houve quem só quisesse um de nós. Já houve quem me causasse asco. Sim, porque não afirma-lo?

 

Há também  casais que falam muito bem com ele, que dizem querer estar com os dois, mas que depois não me dirigem a palavra.

 

Este é um mundo estranho e doido, definitivamente. E complicado.

 

Obviamente que há, houve e haverá situações que me agradaram muito à vista (e não só) mas cujo respectivo não agradou igualmente ao Rocha.

 

Situação chata. Às vezes complicada de lidar. «It could be wrong, could be wrong, but it should've been right» como cantam os Muse.

 

Swing e individualismo são uma mistura explosiva.

 

Às vezes, tentações surgem. E como escreveu alguém «it's like if you were my personal brand of heroin».

 

Resistir é o problema e a solução.

 

publicado por mundodeariane às 22:01

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